Sua próxima tattoo vai mostrar como está sua saúde. E indicar se há problemas no coração, na pele e nos músculos.

Tem mais: ela é indolor. Em vez de agulhas, poderá ser colocada com água – assim como as tatuagens que vêm nas embalagens de chiclete.

Créditos: Divulgação

A Graphene Electronic Tattoo é uma tatuagem eletrônica capaz de detectar doenças

O desenho? Bem, só há um, que combina círculos e linhas arredondadas, quase transparentes.

São sensores de grafeno, um material de grande condutividade de eletricidade. Cabe a eles coletar os dados do corpo, como temperatura e hidratação da pele.

Esses sensores fazem análises elétricas semelhantes ao eletrocardiograma (que avalia a atividade do coração), ao eletromiograma (que estuda o sistema nervoso e músculos) e ao eletroencefalograma (que detecta problemas neurológicos). Por um sistema sem fio, os dados são enviados para um smartphone ou um computador.

Depois de aplicada, a tattoo eletrônica fica fixa por mais ou menos dois dias. Para permanecer no lugar, é aconselhado usar uma bandagem líquida – um tipo de gel que forma uma camada protetora sobre o desenho.

A Graphene Electronic Tattoo foi desenvolvida por cientistas da Universidade do Texas, nos EUA. Agora, a ideia é tornar o produto comercializável e agilizar a transmissão de dados do paciente para o médico, que por enquanto não é feita em tempo real.

Por QSocial